REPORTAGEM 6:
ESPERANÇA:
Os gêmeos Adriana e Luigi tem pouco mais de oito meses. Perfeitamente saudáveis e muito engraçadinhos, eles pertencem a um grupo de 2.600 crianças brasileiras pioneiras de uma revolução na medicina. Assim como quem reserva dinheiro para os estudos dos filhos, seus pais, a atriz Luiza Tomé e o empresário Adriano Facchini, decidiram fazer uma espécie de poupança biológicas para os bebês. Na manhã de 5 de julho de 2003, ainda na sala de parto do Hospital Albert Einstein,, em São Paulo, tão logo Adriana e Luigi nasceram, 80 milímetros de sangue foram retirados do cordão umbilical de cada um. Estocadas em um tanque de nitrogênio, a uma temperatura de 190 graus negativos, as duas amostras de sangue guardam um punhado de células-tronco. Também chamadas de "células da esperança", elas são como uma folha de papel em branco, sobre a qual se podem escrever os mais diferentes textos.
Comentário:
Nessa reportagem, Luiza Tomé afirma que usou da Ciência para ter seus filhos.
É citado que quando os bebês nasceram, foram retirados do cordão umbilical de cada um 80 milímetros de sangue depois foram estocados em um tanque de nitrogênio com temperatura de 190 graus negativos e segundo é abordado na reportagem que essas amostras de sangue, guardam um grande número de células-tronco. Essas células-tronco são como uma folha de papel em branco, sobre a qual se pode escrever os mais diferentes textos.
Hoje em dia está na moda esse negócio de células-tronco então na minha opinião esse assunto veicula a ideologia.
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