Reportagens sobre Educação:
1)...Diferentemente de certos países, o mérito definiu a escolha dos novos ministros:
Os Palestinos tem apenas um Estado em gestação, mais a qualidade de seu ministério da banho em países grandes e bem estabelecidos. Os ministros, que tomaram posse na semana passada, foram escolhidos como foco no mérito e na qualificação profissional. Cada um deles é especialista na área em que vai atuar, e quase a metade possui doutorado. Significa que não apenas concluiu a Universidade, mas também que passou alguns anos se aperfeiçoando e desenvolvendo pesquisas ou estudos científicos que resultaram em tese. Em comparação, no Brasil, entre três dezenas de ministros, apenas cinco estão à frente de pastas compatíveis com seu conhecimento técnico e sua formação acadêmica. A regra do preenchimento de cargos ministeriais em Brasília é a indicação política. Vale mais a carteirinha do PT do que um certificado de Doutorado no Exterior. A formação de um governo de alto nível é um passo importante para o futuro.
Comentário: Um bom Governador não basta só Ter um curso Superior e sim buscar outros cursos para se aperfeiçoar como no caso da reportagem que resultou em desenvolvimento de pesquisas ou estudos científicos que resultaram em tese.
2) Livro Revela Transformações do Jornalismo Cultural:
O Livro "Em Branco e Preto", é um livro surpreendente escrito pelo autor Arthur Nestrovski onde é retratada uma história das arte brasileiras nessa última década e meia, como ela se faz, a quente, na impressão imediata dos dias.
O livro oferece um rico painel, enriquecido pela presença de indispensável índice de nomes e obras. Contudo, o projeto pode ser melhor compreendido através do posfácio de Marcelo Coelho: mais do que a memória narcísica da Folha, estimula-se uma reflexão renovada sobre a natureza do jornalismo impresso.
Eis a importância de "Em Branco e Preto": trata-se de travessia cujo ponto de chegada é o futuro próximo. A revolução digital afetou profundamente o jornalismo impresso, criando uma simultaneidade inédita entre o fato e sua exposição. O jornalismo cultural depende de um novo rítmo temporal em meio a vertigem contemporânea. È preciso ensinar o leitor a desacelerar seu tempo de consumo de novos dados. Este (importante) livro de 710 páginas é um excelente começo.
Comentário: è um livro bastante interessante com uma obra muito boa que retrata a história das artes brasileiras e tem como objetivos diferentes capítulos que são destacados tendências, polêmicas, ou seja, a própria dinâmica da vida cultural. É um livro que chama bastante a atenção das pessoas.
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